A prática regular de atividades físicas tem se consolidado como uma importante aliada no tratamento de pacientes com câncer de mama em estágio avançado. De acordo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), câncer de mama é o tipo mais incidente entre as brasileiras e também a principal causa de morte por câncer na população feminina. Segundo Guilherme Reis, Diretor Técnico da Rede Alpha Fitness, o acompanhamento profissional é fundamental para que a prática de atividades físicas ocorra de forma planejada e individualizada, respeitando as limitações e necessidades específicas de cada pessoa. “Quando realizada de forma orientada, a atividade ajuda a reduzir a fadiga causada pelo tratamento, melhora a capacidade funcional e contribui diretamente para a autonomia nas atividades do dia a dia, permitindo que essas mulheres enfrentem o tratamento com mais independência e segurança”, ressalta.
“Entre as práticas mais recomendadas estão os exercícios aeróbicos, de fortalecimento muscular e de equilíbrio, como caminhadas, hidroginástica, alongamento e pilates, que podem ser adaptados conforme o estágio da doença e as condições clínicas de cada paciente, garantindo segurança e melhor resposta ao acompanhamento”, explica o profissional de educação físico da Rede Alpha Fitness. Um estudo apresentado na 14ª Conferência Europeia sobre Câncer de Mama, realizada em Milão, reforçou essa importância da atividade física. No estudo, mulheres diagnosticadas com câncer de mama metastático participaram de um programa estruturado de atividades físicas apresentando melhores condições físicas e emocionais em comparação às pacientes que seguiram apenas o tratamento convencional.
Nesse contexto, o exercício físico passa a ser compreendido não apenas como prática complementar, mas como parte do cuidado integral da saúde. “A atividade física contribui para melhorar a resposta ao tratamento, reduz complicações associadas à terapia oncológica e promove benefícios à saúde mental, como diminuição da ansiedade e melhora do sono”, conclui Guilherme.
Um dos grupos mais amados do Brasil, o É o Tchan será atração em um grande evento neste final de semana. No sábado, dia 4 de abril, a banda anima o público na Feira de Caxixis, em Nazaré das Farinhas, no Recôncavo Baiano. A apresentação começas ás 17h e promete sacudir o público presente. Na ocasião, o grupo promete um show repleto de energia e alto astral. “Temos um carinho enorme pelo público do interior da Bahia! Vamos preparar um showzão para não deixar ninguém parado!”, antecipam os vocalistas Compadre Washington e Beto Jamaica. No repertório da apresentação, estarão clássicos como “Dança do Bumbum”, “A Nova Loira do Tchan” e “Põe Põe”, além da mais recente “Princesinha” (https://onerpm.link/
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Alterações fisiológicas e doenças associadas tornam o procedimento mais complexo e exigem atenção redobrada
De acordo com dados da Organização das Nações Unidas, a população com 65 anos ou mais deve dobrar nas próximas décadas, alcançando 1,6 bilhão de pessoas até 2050. Esse envelhecimento populacional, aliado ao aumento do número de cirurgias em pacientes idosos, têm ampliado a necessidade de atenção aos cuidados anestésicos nessa faixa etária. Isso ocorre porque o organismo responde de forma diferente aos anestésicos em razão das mudanças fisiológicas próprias da idade.
Segundo o anestesiologista Nazel Oliveira Filho, diretor de Compliance e Comunicação da Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas da Bahia (Coopanest-BA), o envelhecimento envolve uma série de transformações no organismo que influenciam a condução da anestesia. “Observamos alterações no sistema nervoso central, redução da função pulmonar, da reserva cardiovascular e comprometimento das funções renal e hepática. Esses fatores exigem planejamento cuidadoso e monitoramento intensivo durante o procedimento”, explica.
Além das alterações fisiológicas, a presença de doenças associadas torna o cenário mais desafiador. “Condições como doenças cardiovasculares, diabetes, problemas respiratórios e alterações cognitivas são comuns e elevam o risco de complicações”, ressalta Nazel.
Diante desse quadro, a avaliação pré-operatória ganha ainda mais importância. “A identificação de déficits cognitivos, por exemplo, permite antecipar riscos como delirium e disfunção cognitiva pós-operatória”, afirma. Ele destaca ainda que exames como eletrocardiograma e ecocardiograma são fundamentais para mensurar o risco anestésico e avaliar a reserva funcional do paciente.
Para reduzir complicações e favorecer uma recuperação mais segura no pós-operatório, o médico reforça a importância de uma abordagem integrada. “O acompanhamento por uma equipe multidisciplinar, com anestesiologista, cirurgião e geriatra, aliado a técnicas adequadas e monitoramento contínuo, faz diferença nos resultados”, pontua.
Em meio ao crescente interesse por práticas de bem-estar e longevidade, o jejum intermitente deixou de ser apenas uma estratégia alimentar voltada para emagrecimento e passou a ocupar espaço em discussões mais amplas, inclusive quando o assunto é fertilidade. Cada vez mais presente na rotina de quem busca equilíbrio metabólico, o método levanta uma questão importante: até que ponto a restrição alimentar pode influenciar o desejo de ser pai ou mãe? A resposta, segundo especialistas, ainda não é simples e passa, necessariamente, por uma análise cuidadosa do funcionamento do organismo.
Isso porque o jejum intermitente, caracterizado pela alternância entre períodos de alimentação e de abstinência, provoca uma série de mudanças hormonais e metabólicas no corpo. Entre os efeitos mais conhecidos estão a redução dos níveis de insulina, que pode melhorar a sensibilidade ao hormônio e favorecer o controle glicêmico, e o aumento da produção do hormônio do crescimento, associado à regeneração celular. Por outro lado, também pode haver elevação do cortisol, conhecido como hormônio do estresse, o que, em algumas pessoas, desencadeia efeitos como irritabilidade, fadiga e alterações no sono. “Estamos falando de uma prática que mexe diretamente com hormônios importantes para o funcionamento do corpo como um todo. Quando o foco é fertilidade, esse impacto precisa ser observado com ainda mais cuidado”, explica a médica Isa Rocha, do IVI Salvador.
No campo da fertilidade, o cenário exige atenção. Em homens, alguns estudos indicam que o jejum intermitente pode contribuir para a melhora de parâmetros metabólicos e até favorecer a produção de testosterona, especialmente em casos de pacientes com sobrepeso, além de possíveis impactos positivos na qualidade do sêmen, quando associado a mudanças consistentes no estilo de vida. No entanto, o excesso pode inverter esse efeito: jejuns prolongados ou muito frequentes tendem a reduzir os níveis hormonais, afetando não só a energia e a performance física, como também a saúde reprodutiva.
Entre as mulheres, a resposta do organismo costuma ser mais sensível. A prática, sobretudo quando mais restritiva, pode interferir diretamente no eixo hormonal responsável pela ovulação, provocando alterações em hormônios como estrogênio, progesterona, LH e FSH. Na prática, isso pode se traduzir em ciclos menstruais irregulares ou até na ausência deles. Além disso, o corpo pode interpretar o jejum como um sinal de estresse e, diante disso, priorizar funções essenciais à sobrevivência, deixando em segundo plano processos como a reprodução. “Se o corpo entende que está sob algum tipo de ameaça ou escassez, ele naturalmente prioriza a sobrevivência. A ovulação pode ser impactada nesse processo”, destaca a especialista.
Há, ainda, contextos específicos que exigem uma análise mais criteriosa. Em mulheres com síndrome dos ovários policísticos (SOP), por exemplo, o jejum pode trazer benefícios quando bem orientado, especialmente por ajudar na redução da resistência à insulina, um dos fatores associados à condição. Mas o efeito não é universal: dependendo da intensidade e da forma como é conduzido, a prática pode agravar desequilíbrios hormonais já existentes. Isso vale também para pessoas com alterações na tireoide, já que o jejum pode interferir no funcionamento da glândula, impactando diretamente o ciclo menstrual e a ovulação.
Diante desse cenário, a principal recomendação dos especialistas é clara: mais do que seguir tendências, é fundamental considerar a individualidade de cada organismo e buscar acompanhamento adequado antes de adotar qualquer estratégia alimentar restritiva, especialmente quando há o desejo de engravidar. Ajustes no estilo de vida podem, sim, contribuir para a saúde reprodutiva, mas nem sempre são suficientes para resolver todos os quadros de infertilidade. Nesses casos, a medicina reprodutiva surge como uma aliada importante, oferecendo investigação aprofundada e tratamentos personalizados capazes de ampliar as chances de gestação. “Como a gente sempre reforça no consultório, cada corpo se comporta de uma maneira individual. Não é porque pode aumentar a testosterona que será positivo para todos os homens, nem significa que será negativo para todas as mulheres. Cada caso precisa ser avaliado de forma personalizada, sempre com acompanhamento adequado”, conclui a Dra. Isa Rocha.
Sobre o IVI – RMANJ
IVI nasceu em 1990 como a primeira instituição médica na Espanha especializada inteiramente em reprodução humana. Atualmente são em torno de 190 clínicas em 15 países e 7 centros de pesquisa em todo o mundo, sendo líder em Medicina Reprodutiva e o maior grupo de reprodução humana do mundo.
A Banda, que vive um novo momento em sua trajetória artística, inicia 2026 com um projeto mais consolidado e moderno, sob o comando da cantora Nandda Fernandes
A banda Flor de Maracujá acaba de lançar sua nova música, “Sabe de Nada Inocente”, uma composição de Rik Soares, que já está disponível nas rádios e em todas as plataformas de streaming de música. Com uma melodia envolvente, letra para cima e o ritmo que só a banda Flor de Maracujá tem, a música já vem conquistando os fãs do grupo. A canção mostra que todo mundo consegue dar a volta por cima, após o encerramento de uma relação. O single traz elementos contemporâneos, batida ousada e envolvente, além de um refrão fácil (Pensou que eu ia sofrer por amor ausente / Sabe de nada inocente, sabe de inocente / Vai pensando que eu tô mal e que eu tô carente / E daí se a gente terminou recente). “A gente acredita na leveza, na superação e no poder da música de transformar histórias — e ‘Sabe de Nada Inocente’ nasce exatamente desse lugar, para se conectar de verdade com as pessoas”, comenta Nandda Fernandes, vocalista da banda. Para conferir o resultado, basta acessar https://onerpm.link/
Em tempo, este fim de semana o grupo se apresenta, neste sábado, dia 04 de abril, na XVII Cavalgada Oficial, que acontece na Sede da Acuca (Associação Comunitária Urandiense de Cavaleiros e Amazonas), na cidade de Urandi, localizada na região sudoeste da Bahia.